Projeto MCA

Missões ao Coração dos Andes - Clique e saiba mais.

POVOS NÃO ALCANÇADOS

Não espere mais, comece hoje a fazer algo por eles…

CUMPRINDO O IDE!

Missões, um brado de Deus para este milenio.

PROJETO 4-14

Porque as crianças também precisam conhecer ao Senhor.

NOTICIAS DO CAMPO MISSIONÁRIO

Confira as últimas noticias da obra Missionária no Peru.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Noticias da Obra Missionária no Perú

La Union, Piura, Peru, 30 de Abril de 2010

Amados Hermanos, leitores do Blog Missões Peru, graça e paz de Deus nosso Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo.

Meus queridos, em primeiro lugar quero agradecer a Deus pela vossa vida, por Deus ter posto em vosso coração para contribuir com a obra missionária que vem sendo realizada aqui no norte do Peru, agradeço imensamente e oro para que Deus vos abençoe sempre em nome de Jesus.

Esse mês tivemos a visita aqui na Igreja do Pastor Marcos Tulio Alves, da cidade de Itajuba e residente na cidade de Piura, o qual esteve pregando a Palavra de Deus e foi uma benção, muitas pessoas novas estiveram escutando a mensagem de Deus.

Visita Pastor Marco Tulio

Visita Pastor Marco Tulio

Aqui em La Union há um bairro chamado Tablazo, bairro rural com um aproximado de 7mil pessoas, pela graça de Deus estamos começando uma obra neste lugar, já temos umas 8 pessoas lá, lhes pedimos suas orações por esses irmãos, para que sigam adiante neste proposito de servir ao Senhor Jesus. 
hermanos Tablazo

cooperador Angel, dando testimonio de su conversion

Há um motivo especial de oração que gostariamos de pedir-lhes: nós estamos nos reunindo com as crianças todo sabado na Igreja a tarde por ausencia de um lugar onde reunirnos, temos um terreno do lado da igreja de 6x25, o desejo do nosso coração é construir umas classes pras crianças ai, pelo menos duas clases de 4x4 cada, que seja de pau a pique, pela condição financeira, pelo fato de ser mais barato, na realidade não temos nada ainda, mas toda essa igreja aqui é um milagre mesmo e confiando no milagre de Deus lhes pedimos suas orações pra Deus abrir as portas e conseguirmos dar uma melhor condição pra nossas crianças e assim todos juntos reunirnos no domingo.

Crianças Reunidas no sábado

Crianças Reunidas no sábado

Amados muito obrigado, por vossas orações e contribuições, que o Senhor lhes recompense em nome de Jesus.

Me despido com muitas saudades, agradecido a Deus pelas vossas vidas e aproveito para expresar nosso mais profundo amor por vós em nome de  Jesus.

  
Atenciosamente: Familia Misionera
Elias, Deysi y Lilian

 Conquistando para el Cordero que fue inmolado
las recompensas de sus sacrificios.



terça-feira, 6 de abril de 2010

Noticias da Obra Missionaria no Peru


Queridos irmãos, leitores do Blog Missões Peru, graça e paz de Deus nosso Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo.

Em Primeiro lugar quero agradecer a Deus pela vossa vida, por Deus ter posto em vosso coração manter contato a obra missionária que vem sendo realizada aqui no norte do Peru, agradeço imensamente e oro para que Deus vos abençoe sempre em nome de Jesus.

Continua a prova da água aqui na cidade de La Union, pessoas tendo que ir buscar água com Baldes, cerregando no ombro e sem data pra acabar esse problema, mas aqui em casa parece que já foi resolvido, Orando a Deus com a missionária Deysi, pois já não sabíamos que fazer por causa da água, Deus tocou em nosso coração de fazer o buraco pra receber a água mais embaixo, consegui uma pá, comecei a cavar, na medida do cano que vem da rua, deixei mais baixo que o nível da rua, e graças a Deus no outro dia caiu água, agora com a água que esta caindo nos estamos podendo passar o dia, Deysi tira pra cozinhar e Deus abençoou, as pessoas seguem com os baldes cedo, mas aqui graças a Deus e por inspiração dele o problema terminou, obrigado a todos os irmãos que estiveram orando pela gente, a oração deu fruto, agora o nosso desejo é que toda a cidade possa ter água tambien...

Nesse mês de Março tivemos uma semana de oração aqui com o propósito de pedir a Deus o Batismo com o espírito Santo às pessoas que ainda não foram batizadas e Deus como é bom e fiel abençoou e três hermanos foram batizados com o Espírito Santo, Darwuin, Mercedes e Ara Rut, foi uma benção este trabalho.

Estivemos com os jovens e adolescentes fazendo um dia de retiro e passeando com eles, na Sexta feira 02, fuimos a cidade de Sechura e aproveitamos para ter um dia de Passeio e meditação na Palavra de Deus, foi uma benção, nosso desejo é poder estar cada dia mais perto deles pois sabemos o quanto é difícil crecer na igreja e as provas e tentação que um enfrenta, o diabo, os amigos... orem pela juventude de La Union, para que eles sigam adiante em nome de Jesus.

Nesta quinta feira dia 8 programamos fazer uma marcha pra Jesus e estar evangelizando, lhes pedimos suas intercessões por cada uma das pessoas que estaremos evangelizando, entregando um novo testamento, para que essas pessoas tenham um encontro com o Senhor Jesus e entreguem suas vidas ao nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Queridos, orem sempre por nos, pela igreja na cidade de La Unión, que esta seja a primeira de muitas que serão abertas para a Gloria do Senhor, ore também para que este ano Deus nos abra as portas para viajar, pois desejamos poder estar convosco, nosso desejo é que Deus abra as portas para estarmos viajando esse ano pra visitar em nome de Jesus, orem por isso.

Me despido com muitas saudades, agradecido a Deus pelas vossas vidas e aproveito pra dizer que lhes Amamos muito em Cristo Jesus.



Atenciosamente: Familia Misionera
Elias, Deysi y Lilian

Conquistando para el Cordero que fue inmolado
las recompensas de sus sacrificios.




OBS: Não pude mandar fotos por um pequeno incoveniente com a camera... nosso desejo é que se solucione este problema o mais rapido possivel...



***
Publicado por Elias Alves no Missões Perú

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Arqueólogos sugerem como Jesus foi crucificado

Segundo estudos e pesquisas Cristo estaria sentado na cruz com as pernas flexionadas, sem uma coroa de espinhos e nu


Não é exagero afirmar que a cruz é o alicerce do cristianismo. Instrumento dantesco na mão dos romanos, utilizado como pena capital contra escravos e revoltosos, ela ganhou contornos de altruísmo por volta das 15h da Sexta-feira da Paixão do ano 30, quando Jesus de Nazaré teria morrido pendurado em duas estacas de oliveiras nodosas em forma de “t”. Seus discípulos não estariam ao pé do calvário. Mas as primeiras linhas escritas pelos quatro evangelistas para perpetuar os ensinamentos desse homem que cresceu na Galileia relatavam justamente os episódios de sua Paixão e morte.

Não é de se estranhar, portanto, que, quase dois mil anos depois, a iconografia símbolo do cristianismo esteja apoiada na figura de um Jesus magro e frágil, com barba, pouca roupa, coroa de espinhos e preso a uma cruz pelas palmas das mãos e peitos dos pés. Mas essa imagem de Cristo no ato de seu suplício estaria fiel à história? “Não”, opina o especialista em arqueologia pela Universidade Hebraica de Jerusalém Rodrigo Pereira da Silva. “Acredito na hipótese de que Jesus tenha sido crucificado sentado, apoiado em uma madeira que existia na cruz abaixo de seu quadril, com as pernas dobradas para a direita, nu e sem a coroa de espinhos”, diz.

Professor do Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), Silva faz essa afirmação baseado, principalmente, em pistas deixadas pelos textos bíblicos e pela literatura romana. O acesso a especulações sobre a real posição de Jesus na cruz (leia quadro) tem sido cada vez mais possível graças a algumas obras escritas por especialistas em religião do Oriente Médio. Lançadas recentemente, elas trazem a discussão em torno dessa questão, difundida no meio acadêmico, para perto do grande público.

Em “Os Últimos Dias de Jesus – a Evidência Arqueológica” (Ed. Landscape), o arqueólogo Shimon Gibson, da Universidade da Carolina do Norte (EUA), escreve que, “para prolongar a agonia e o momento da morte, os romanos posicionavam a vítima em uma espécie de assento de madeira, ou suporte de forquilha, na metade inferior da cruz”. Havia um motivo. Sem essa espécie de apoio, o corpo tombaria e a morte por asfixia ocorreria mais rapidamente. A intenção, portanto, era dar à vítima a possibilidade de ela respirar para que tivesse uma sobrevida e sofresse por mais tempo antes da morte.

“A pessoa morre mais lentamente por asfixia dolorosa, porque os músculos do diafragma vão parando de funcionar até que ela deixe de respirar”, explica John Dominic Crossan, professor de estudos bíblicos da Universidade DePaul (EUA), no livro “Em Busca de Jesus” (Ed. Paulinas). Esse tipo de assento é descrito, ainda, pelo historiador espanhol Joaquín Gonzalez Echegaray, do Instituto Bíblico e Arqueo lógico de Jerusalém, em “Arqueología y Evangelios” (Ed. Verbo Divino), como uma espécie de “conforto” com objetivo cruel.

Detalhes de como os braços e as pernas de Cristo foram posicionados não são fornecidos pelos evangelistas. “Os soldados romanos, que teriam o que falar, não tinham interesse. E os discípulos, que deveriam escrever, não tinham os dados”, diz Pedro Lima Vasconcellos, professor de pós-graduação de ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. As pistas, então, são fornecidas pela ciência.

Em 1968, uma ossada de um homem que viveu no século I foi encontrada em Jerusalém. Sua cartilagem próxima ao calcanhar direito apresentava um prego de ferro de 11,5 cm de comprimento preso a uma madeira. É a única vítima de crucificação descoberta por arqueólogos até hoje. “Se trabalharmos com a hipótese de que um único prego estaria atravessando os dois pés, pela forma como a ossada foi encontrada, as pernas estariam flexionadas para a direita”, diz Silva, da Unasp. Segundo o historiador André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o que há de histórico no relato da Paixão de Cristo são a prisão e a crucificação. “O que ocorreu no meio e depois são relatos teológicos que passam pelo exercício da fé”, diz ele. “Se ele morreu pregado ou amarrado, estendido ou sentado são detalhes para aumentar ou diminuir a dramaticidade.”

Milhares de crucificações foram patrocinadas pelos romanos. A de Jesus foi a única que se perpetuou. Como pode um herói morrer de uma forma tão humilhante e seu nome viajar por gerações? Para a ciência, ele ainda é um quebra-cabeça com muitas peças desaparecidas. Mas não há mistério em um ponto: ele deu novo significado à cruz, hoje objeto de salvação e conforto espiritual, não de tormento.


Cristo na cruz 

Com base em descobertas arqueológicas, escritos dos evangelistas e na literatura romana, especialistas sugerem como Jesus teria passado as últimas três horas de vida na Terra





***
Publicado por Elias Alves - Fonte: Isto é via ogalileo

sábado, 3 de abril de 2010

CINEASTA CARIOCA DEMONSTRA SOLIDARIEDADE COM OS POVOS INDÍGENAS

João Luiz Santolin de Oliveira decidiu usar suas férias de janeiro de maneira inusitada - prestando trabalho voluntário na organização ATINI em Brasília. João acabou de se formar em cinema na Faculdade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Apaixonado por questões indígenas, o tema de sua monografia, que alcançou nota 9.5, foi:



"O CINEMA-DENÚNCIA E O INFANTICÍDIO INDÍGENA BRASILEIRO


A PARTIR DO FILME HAKANI"

Com experiência em TV, vários documentários e vídeos institucionais produzidos, além de trabalhos realizados na Africa, João decidiu usar sua experiência numa das causas sociais mais fascinantes que ele conhece - a luta das famílias indígenas dissidentes, que não aceitam a prática do infanticídio.

João Luiz passou 2 semanas em Brasília, na chácara da ATINI, acompanhando o dia-a-dia das famílias indígenas e da equipe de cuidadores. Documentou as crianças em atendimento médico, de volta às aulas, e brincando nos jardins da chácara. Além disso documentou a participação dos jovens indígenas em atividades do dia a dia, ordenhando as vacas, pescando tambaqui no tanque e coletando frutas no pomar.

João aprendeu muito sobre cultura indígena, comeu beiju de tapioca kamaiurá, saboreou tambaqui e matrinchã assados com muita pimenta e tomou mingau de piqui. Ganhou um colar tradicional xinguano feito de placas de caramujo, participou de muitas festas e de uma cerimônia de guaraná típica do povo sateré-mawé.


Além disso, João Luiz teve a oportunidade de documentar a atuação da diretoria da ATINI na área de articulação política. Filmou o diretor adjunto Eli Ticuna e o secretário geral Kakatsa Kamaiurá em audiência com o Secretário Nacional de Justiça, com o Presidente do Departamento de Saúde Indígena da FUNASA e com a assessoria do Ministro da Justiça. Em todos estes órgãos os diretores da ATINI apresentaram relatórios sobre o trabalho da organização e cobraram mais atenção no cumprimento das políticas públicas voltadas para os direitos das crianças indígenas.

Com certeza as férias de João Luiz serão inesquecíveis. Aos poucos, mais e mais profissionais vão descobrindo que o trabalho voluntário é uma excelente maneira de exercitar sua cidadania e também de alcançar crecimento e realização pessoal. A ATINI agradece a visita de João e torce para que ele tenha muito sucesso em seu trabalho de cineasta!


***
Postado por Elias Alves - Fonte: www.atini.org 

Sofrimento, vergonha e fé fortalecida

BANGLADESH: Meu nome é Kanok Sarkar (32). Meu sofrimento começou no dia em que meu pai soube que minha mãe estava grávida de mim.

Eu nasci numa família rica em Hetalbinia, Khulna. Meu pai era dono de propriedades, enquanto minha mãe tomou para si a responsabilidade de dedicar todo o seu tempo e energia em casa. Meus pais desfrutavam de uma boa posição na sociedade, e eles eram um casal feliz. Isso era antes de eu entrar em suas vidas.

 Meu pai queria que minha mãe abortasse, mas ela se negou a fazer isso e decidiu fugir. Ela fugiu para a casa de seus pais, onde eu vi a luz do dia. Eu nunca vi meu pai, nem mesmo a sua sombra. Mas, o amor da minha mãe por mim era mais que o suficiente. 


JESUS NA MINHA FAMÍLIA

Tempos depois, quando eu já era casado e pai, um grupo da Igreja Evangélica Amigos veio ao nosso vilarejo.  Eu abri a nossa casa para eles, e eles falaram sobre a salvação de Deus. Essa ideia era uma novidade pra mim. Durante aquele tempo, minha esposa, Manisha, e eu, sempre orávamos, clamávamos, e confessávamos os nossos pecados para muitos deuses (hindus). Apesar de tudo aquilo, nós nunca tivemos paz.  E acabamos frustrados e desesperados.

As visitas se tornaram cada vez mais freqüentes. Algumas vezes, eles cantavam e oravam a Deus. Eles compartilharam conosco o ilimitado amor de Deus. Nós não conseguíamos entender, até o dia em que alguns missionários vieram do Nepal, para a nossa alegria. Após cantar lindos louvores, eles falaram sobre Jesus Cristo, que foi o único capaz de carregar os nossos pecados sendo Ele inocente. Na cruz, Ele renunciou a sua vida por nós. 

Esta era uma história nova para mim, e eu me alegrei em ouvir isso.  Eles também disseram que Jesus desejava entrar em nossos corações se nós O aceitássemos, crendo e recebendo a Ele como nosso Salvador. “Vocês estão dispostos a recebê-lo hoje em seus corações?”.

Eu vi a minha mãe sendo a primeira a levantar a mão e ir à frente para orar. Minha esposa e eu fomos em seguida e recebemos o presente da salvação (em 10 de março de 2008). Estendendo suas mãos sobre nossas cabeças, os missionários oraram por nós. Esta foi a experiência mais incrível pra mim.

Naquele dia, Jesus se tornou parte da nossa família. Nossos irmãos e irmãs em Cristo vinham regularmente e traziam lições sobre o batismo. Sem desfalecer, Manisha e eu recebemos o batismo nas águas num lago próximo (em 15 de abril de 2008). Então desistimos dos ídolos. 


O PREÇO DE SER DIFERENTE

Nossa comunidade não aceitou a nossa conversão. A pressão dos aldeões começou logo após o nosso batismo.  Os vizinhos pararam de falar conosco, parecia que nós morávamos sozinhos numa pequena ilha.

Apesar de tudo, nós continuamos firmes em nossa nova fé. Eu fui ao escritório do meu pastor e comprei uma Bíblia bem grande. Minha mãe, faminta por conhecer mais de Deus, leu todo o Novo Testamento, enquanto nós servíamos nossos clientes em nossa barraca de chá. Então, ela começou a compartilhar a Palavra de Deus com nossos clientes.

Eu comecei a levar outros livros. Os livros The Honey Person Jesus(A doce pessoa de Jesus*) e Correct Way (Caminho Certo*) eram bem populares e nós demos alguns aos nossos clientes na nossa barraca de chá, que eu tinha aberto há algum tempo com a permissão dos meus tios. Quando eles souberam da nossa conversão ao cristianismo, a atitude deles em relação a nós mudou. 

Uma vez, nós precisamos de um dinheiro para criar uma extensão da nossa barraca de chá para podermos acomodar mais clientes.  Nossa igreja com bondade nos ajudou com seu empenho. Mas, meu tio, após ouvir isso, correu para nossa casa. “Porque vocês estão fazendo isso sem a minha permissão?”, ele replicou.

Embora eu tenha admitido que errei neste aspecto, meu tio exigiu que tirássemos a nossa barraca de chá naquele mesmo dia. Procuramos a ajuda do meu pastor, ele nos aconselhou a orarmos e sermos pacientes. Após alguns dias, ele e sua esposa encontraram meu tio e pediram – em nosso favor – que permitisse a barraca de chá em sua terra. Contudo, meu tio insistiu que deveríamos nos mudar imediatamente. Minha família e eu não tínhamos escolha, a não ser remover a nossa barraca de chá – nossa única fonte de renda.


MINHA VERDADEIRA FAMÍLIA

Eu tentei trabalhar no campo, mas ninguém no vilarejo quis me contratar, porque eu era um cristão. Eu tentei alugar um espaço e começar um pequeno negócio, mas não obtive sucesso.

Era uma frustração após a outra se acumulando. Minha avó descobriu que estava com câncer no fígado e eu fui forçado a pegar um empréstimo a fim de tratá-la na Índia.  Pouco tempo depois, ela partiu (em 2008).  Eu fui deixado sem emprego, com uma enorme dívida para pagar, com uma família de luto e de estômago vazio. Minha confiança estava quase se desgastando.

Com muita vergonha no coração, eu compartilhei minha situação com meu pastor. No dia seguinte, a igreja me enviou arroz, batata, sal, óleo e cebola.  Foi algo inesperado. Eu serei eternamente grato a Deus e a Sua igreja.

A Portas Abertas também me ajudou a ter uma pequena loja de conveniências. Agora está indo muito bem, e recebemos clientes até as 22h. Deus mudou a minha vida totalmente. Eu sou grato à Portas Abertas pela ajuda que me deram.

Minha fé em Cristo está fortalecida agora, e Ele restaurou a minha confiança como um pai, e sustentou minha família. Mesmo em tempos de abundância, eu oro a Ele, compartilho os meus pensamentos e desejos, e realizo a sua vontade. 

Para me lembrar sempre do que Jesus fez por mim, eu fiz uma cruz de bambu e a pendurei em frente a minha casa. Essa cruz irá me lembrar sempre que eu não sou mais dono da minha vida, e se eu tiver que sofrer por Jesus, eu farei isso.  Eu desejo aprender mais da Bíblia e pregar as Boas Novas. E quero ser um soldado fiel de Cristo. Orem por mim.


PEDIDO DE ORAÇÃO:

1.    Kanok está sendo treinado na Escola Dominical de professores. No momento, ele está congregando em sua igreja local e tem aula na Escola Dominical quatro dias na semana. Ore para que a criatividade e a força de Deus estejam com ele neste ministério.

2.    Ore para que ele e a sua família continuem firmes em Cristo, apesar do isolamento e discriminação que eles viveram no vilarejo.

3.    Vamos pedir a Deus que prospere a loja de Kanok para que ele se torne uma fonte de bênção na comunidade.

* Livros não publicados no Brasil.


***
Publicado por Elias Alves – Fonte: Missão Portas Abertas