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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Cristãos têm sido executados no Sudão

Muitos cristãos têm sido mortos no Sudão, no que parece ser uma tentativa de eliminar o cristianismo do país

As Forças Armadas Sudanesas (SAF) e a milícia islâmica aliada não estão distinguindo os combatentes e os civis nas batalhas territoriais no estado de Kodorfan Sul e, segundo os cristãos, isso se deve ao fato de que eles querem tirar o cristianismo da área.

Um cristão na área leste de Kadugli disse que conseguiu fugir das agentes de Inteligência da SAF depois de 18 dias preso dentro de sua própria casa. Ele relatou ter visto seis prisioneiros cristãos serem levados e um a um serem executados.

“Eles nos insultavam, dizendo que essa terra era islâmica e que nós não estávamos autorizados a viver nela”, disse ao Compass. “Eu os vi levarem meus irmãos em Cristo e matá-los na floresta, perto de onde nós fomos detidos.”

Esse cristão que fugiu pediu anonimato, pois é ex-muçulmano há 10 anos e estava marcado para ser morto no dia em que conseguiu fugir. Ele ainda está escondido, pois teme que a SAF possa encontrá-lo.

“Eu já estava marcado para morrer. Não estava mais preocupado com a minha segurança, pois, afinal, eu não dependia da misericórdia deles como eles pensavam, mas sabia que Deus estava no controle”, disse ele.

Ele acredita que, desde que o Sudão se dividiu, o governo islâmico tem como principal alvo os cristãos e, como principal objetivo, limpar o cristianismo de Kodorfan Sul, parte da estratégia de tornar o país em um estado puramente islâmico.

“Esta perseguição é claramente planejada pelo governo islâmico”, disse ele. “Minha vida está correndo grande perigo, pois eles ainda estão procurando por mim. Eu posso ser preso a qualquer momento ou até mesmo morto.”

Outros cristãos que fugiram da área dizem que muitos foram mortos e igrejas foram queimadas pela SAF e pelas milícias islâmicas.

As leis no Sudão e as políticas estão todas a favor do Islã. A sharia (lei islâmica) faz com que as garantias e direitos à cidadania dependam da religião, fazendo com que aqueles que não são muçulmanos sejam considerados cidadãos de segunda classe, sem acesso a todos os direitos.

FonteCompass Direct
TraduçãoLucas Gregório

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Publicado por el Pastor Elias Alves no Missoes Peru - Centro Cristiano de Chiclayo - Peru Para Cristo

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Governo bloqueia sites e transmissões cristãs nas Maldivas

A liberdade de imprensa tem se mantido estável nas Maldivas, seguida de repetidos ganhos desde 2009, de acordo com o relatório divulgado pela Freedom House.

O país foi considerado um local “parcialmente livre” para a  mídia, pois a Constituição protege a liberdade de expressão, mas também restringe a liberdade das pessoas que possuem “discursos” contrários ao Islã.

O relatório foi publicado antes do lançamento dos novos regulamentos da lei da unidade religiosa, que proíbe que a mídia “produza e/ou divulgue programas que humilhem o Islã, os seus profetas, o Alcorão, a Sunnah do Profeta ou a fé islâmica”, podendo-se ser preso com a pena de 2 a 5 anos.

O governo evita interferir no acesso da população à internet, que é utilizada por cerca de 30% dos moradores do país. No entanto, o Ministério de Assuntos Islâmicos anunciou em 2008 que sites cristãos e contrários ao Islã seriam bloqueados, com base no argumento de que eles poderiam afetar negativamente a crença no islamismo. Por isso, muitos sites foram bloqueados a pedido do Ministério.

Enquanto isso, jornalistas permanecem sujeitos à perseguição, e os incidentes relatam isso, como o ataque à sede da VTV por “desconhecidos” e um ataque da polícia contra jornalistas que cobriam um protesto político.

Ataques verbais incluem ameaças contra a mídia, vindas do Partido Democrático das Maldivas (MDP), e repetidas ameaças de morte contra blogueiros, vindas de extremistas islâmicos influentes no país.


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Postado pelo Pastor Elias Alves no Missoes Peru - Fonte: portasabertas.org